Andrea e Marcela Oliveira, as grandes revelações do Squash nacional

Número de praticantes do Squash aumenta de forma considerável principalmente entre os jovens e modalidade começa a revelar novos talentos que prometem popularizar ainda mais o esporte eleito pela revista Forbes como o mais saudável para o corpo humano .

 

Duas Irmãs que conquistaram o mundo empunhando uma raquete é um exemplo comum no tênis feminino com as irmãs Willians, mas o Squash brasileiro também formou duas belas e talentosas irmãs que já começaram a conquistar o Brasil com suas raquetes nas mãos.

Marcela Oliveira, 20 anos e  Andrea Oliveira, com apenas 19 anos,  tem o DNA do Squash no sangue. São filhas de um dos maiores jogadores do Squash brasileiro e sem dúvidas o maior difusor da modalidade no país, Marino de Oliveira, e como não poderia ser diferente já trilham os caminhos do pai no esporte.

“Começamos a jogar pelo meu pai que era atleta, jogava profissionalmente e sempre teve academia. Com 6 anos nós já brincávamos na quadra pois sempre acompanhávamos ele nos torneios e quando dava aulas, hoje é ele que nos acompanha nos eventos, campeonatos, as coisas se inverteram”. Conta Marcela Oliveira.

Conciliar a vida de atleta com os estudos e todas as ambições da juventude não é fácil, mas as irmãs Andrea e Marcela sabem exatamente os benefícios que uma modalidade como o Squash oferece não apenas no contexto esportivo.

“Pela manhã faço faculdade de economia, à tarde treino e estudo,  e ter vida de atleta é fundamental, o Squash me ajuda com a disciplina, concentração, velocidade de raciocínio além de abrir várias portas para o futuro e manter uma boa parte física de forma saudável, além de me divertir muito em quadra”.  Analisa Marcela.

A responsabilidade de serem as maiores revelações do Squash e de serem peças fundamentais no trabalho iniciado pelo pai, Marino de Oliveira de popularização do esporte eleito o mais saudável pela revista Forbes, não pesa para as garotas que tem objetivos traçados e bem claros.

“Meu objetivo principal  é ser campeã brasileira, e depois chegar ao circuito mundial. Espero poder  conciliar sempre minha vida no squash sem abandonar minha carreira de economista.”  Completa Marcela.

E quando o assunto são as comparações com as irmãs Willians, e as partidas em que as irmãs são obrigadas a se enfrentar, prevalece a união da família.

“Por enquanto a única semelhança com as irmãs Willians é que já nos enfrentamos várias vezes em finais, e são ótimos jogos, e claro as vitórias sobre a Andrea são as mais especiais” brinca Marcela Oliveira.

 

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